A anilhagem científica é um método de investigação que se baseia na marcação individual das aves. Qualquer registo de uma ave anilhada, obtido através da sua recaptura e posterior libertação ou quando a ave é encontrada morta, poderá fornecer-nos muita informação acerca da vida dessa ave e, em particular, sobre os seus movimentos.
Em 1977, para obter informação sobre as deslocações do Flamingo, foi criado um programa de anilhagem e marcação com recurso a anilhas coloridas na região da Camargue – França. Programas idênticos foram criados em Fuente de Piedra – Espanha no ano de 1986 e em 1994 nas colónias situadas em Itália e Sardenha.
Actualmente são desenvolvidas operações de marcação destas aves em colónias situadas, além das mencionadas, no Delta do Ebro situado na Catalunha em Espanha, Turquia e Argélia.
fecham-se as portas. Os juvenis capturados são manuseados um a um por anilhadores fecham-se as portas. Os juvenis capturados são manuseados um a um por anilhadores qualificados e são entregues a diferentes grupos que se encarregam em primeiro lugar na colocação das anilhas, uma metálica e a outra em P.V.C. com um código identificativo que permite ser lido a curta distância ou com recurso a telescópio. Depois de medido o tarso, bico, a asa e pesados, por vezes ainda são recolhidas amostras de sangue e tratados de possíveis feridas, são libertados no que é o fim deste processo. Tudo tem de ser feito de uma forma rápida e organizada, numa operação que normalmente dura de três a quatro horas. numa operação que normalmente dura de três a quatro horas.
Neste sítio www.flamingoatlas.org pode ser obtido um documento em português que informa de todas as anilhas até ao momento utilizadas, os locais onde estas aves foram anilhadas bem como os contactos dos responsáveis por essas operações.